Psicóloga Cristhine Pérsico https://psicocrispersico.com.br Mon, 04 Dec 2023 12:25:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.2 https://psicocrispersico.com.br/wp-content/uploads/2023/11/cropped-favicon-1-32x32.png Psicóloga Cristhine Pérsico https://psicocrispersico.com.br 32 32 5% das mães tem ideações suicidas https://psicocrispersico.com.br/5-das-maes-tem-ideacoes-suicidas/ https://psicocrispersico.com.br/5-das-maes-tem-ideacoes-suicidas/#respond Mon, 04 Dec 2023 11:52:12 +0000 https://psicocrispersico.com.br/?p=3096

A maternidade é cheia de momentos extraordinários na vida de muitas mulheres, repletos de realizações e alegrias. No entanto, é essencial considerar que essas fases também são acompanhadas de uma dose específica de ansiedade, preocupação e estresse.

Um ponto crítico que merece destaque é a romantização da maternidade, que, embora possa ser explicada, representa um fator de risco que não pode ser desconsiderado.

A sociedade muitas vezes idealiza a maternidade como um período de pura felicidade, ocultando as complexidades e desafios que as mães enfrentam. Isso pode levar as mulheres a acreditarem que devem ser sempre radiantes e satisfeitas, o que pode resultar em sentimentos de inadequação e isolamento quando a realidade não corresponde a essa expectativa.

É importante compreender que, em muitos casos, a mãe que está sofrendo pensamentos suicidas fala abertamente sobre seus sentimentos, seja com familiares, amigos ou até mesmo com profissionais de saúde. É nesse momento crucial que entra a necessidade de fornecer muita atenção e cuidado. Ignorar ou minimizar essas manifestações de sofrimento pode ser devastador, aumentando o risco de uma pessoa tomar decisões extremas.

Lembre-se, o apoio e a empatia desempenham papéis cruciais na promoção da saúde mental das mães. Todos podemos contribuir para um ambiente mais saudável e abrangente, onde as mães sintam que têm um espaço seguro para compartilhar suas experiências e emoções.

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Ciúmes, quem nunca sentiu? https://psicocrispersico.com.br/ciumes-quem-nunca-sentiu/ https://psicocrispersico.com.br/ciumes-quem-nunca-sentiu/#respond Mon, 04 Dec 2023 11:50:54 +0000 https://psicocrispersico.com.br/?p=3093

Essa emoção faz parte da jornada humana, uma maneira de expressar o medo de perder algo que valorizamos. E não, mãe, você não está sozinha se sentindo um pouco de ciúmes do seu bebê.

A gravidez e o pós-parto são períodos de intensas transformações emocionais. Imagine: por nove meses, seu bebê estava ligado a você, dependendo totalmente do seu corpo e cuidado.

E então, o mundo se amplia para incluir mais pessoas, como familiares e amigos que desejam abraçar o recém-chegado.

Não é incomum sentir essa pontinha de ciúmes quando aquele serzinho que foi seu companheiro constante agora é o centro das atenções. Você pode se pegar pensando “Será que ele vai me esquecer?”, “E se gostar mais da vovó do que de mim?”.

Saiba que é completamente normal ter esses sentimentos. Reconhecê-los é o primeiro passo para lidar com eles.

Conversar abertamente com seu parceiro, familiares e amigos sobre suas preocupações e necessidades também pode ajudar a aliviar esse fardo emocional.

O importante é lembrar que o amor não é uma balança. O fato de seu bebê ter espaço para os outros não diminui o amor que ele sente por você, assim como o seu amor por ele não diminuir sua conexão com outras pessoas.

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Ah, o tão falado “instinto materno” https://psicocrispersico.com.br/ah-o-tao-falado-instinto-materno/ https://psicocrispersico.com.br/ah-o-tao-falado-instinto-materno/#respond Mon, 04 Dec 2023 11:49:39 +0000 https://psicocrispersico.com.br/?p=3090

Ele sempre esteve presente nas conversas sobre a maternidade, como se fosse um botão mágico que se acendesse assim que o bebê vai para os braços da mãe. Mas será que ele é realmente tão simples assim?

A ciência nos traz uma perspectiva fascinante sobre esse assunto. Sim, existem mudanças hormonais e respostas específicas que ocorrem quando uma mulher se torna mãe. No entanto, a maternidade é uma jornada que vai além de um instinto inato.

A verdade é que a maternidade é uma mistura de instinto, aprendizado e adaptação. Afinal, quando os bebês chegam, a mãe é inserida em um universo totalmente novo. Aprender a cuidar, interpretar suas necessidades e amá-los é um processo contínuo.

Não há um manual ou um único caminho a seguir. É a combinação entre suas intuições e a construção de habilidades de cuidado que te torna uma boa mãe.

Então, não se sinta pressionada a ser uma “super mãe instintiva”. Lembre-se de que está tudo bem em não saber todas as respostas, em buscar informações, pedir ajuda e se permitir aprender nesse processo.

A maternidade é uma jornada de amor, aprendizado e crescimento mútuo.

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Não existe leite fraco! https://psicocrispersico.com.br/nao-existe-leite-fraco/ https://psicocrispersico.com.br/nao-existe-leite-fraco/#respond Mon, 04 Dec 2023 11:48:03 +0000 https://psicocrispersico.com.br/?p=3087

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o aleitamento materno é a forma mais importante de fornecer ao bebê os nutrientes essenciais para seu crescimento e desenvolvimento saudável.

Além dos benefícios para o bebê, a amamentação também ajuda a mãe a:

– Diminuir o sangramento pós parto

– Fazer o útero voltar ao tamanho normal mais rápido

– Previnir a anemia materna

– Reduzir o câncer de mama, ovário e endométrio

– Acelerar a perda de peso

– Proteger contra doenças cardiovasculares

Amamentar exige técnica e conhecimento, por isso tenha paciência consigo mesma.

Até porque, cada mãe e cada bebê são diferentes e que funciona para um não necessariamente funciona para o outro.

E apesar da amamentação ser instintiva, ela não é natural como respirar.

Por isso, repete comigo: “Eu estou aprendendo a amamentar junto com o meu bebê”

E se você enfrenta dificuldades na amamentação, os Bancos de Leite Humano são uma incrível fonte de apoio. Mulheres que têm excesso de leite podem doar, proporcionando qualidade de vida para outras crianças. Uma verdadeira rede de solidariedade!

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Cuidados na gestação, parto e pós-parto em portadoras de HIV https://psicocrispersico.com.br/cuidados-na-gestacao-parto-e-pos-parto-em-portadoras-de-hiv/ https://psicocrispersico.com.br/cuidados-na-gestacao-parto-e-pos-parto-em-portadoras-de-hiv/#respond Mon, 04 Dec 2023 11:46:33 +0000 https://psicocrispersico.com.br/?p=3084

A gestação, parto e pós-parto são momentos únicos e cheios de emoção na vida de qualquer mulher, mas quando a jornada envolve o HIV, é natural que surjam dúvidas e preocupações.

Hoje vamos falar sobre alguns cuidados durante esse processo, trazendo informações importantes para você.

Gestação

Durante a gravidez, é fundamental realizar o pré-natal especifíco. Com o tratamento antirretroviral, a transmissão vertical do HIV pode ser reduzida para menos de 1%. É importante se informar, tirar dúvidas e se conectar com profissionais de saúde que vão apoiar você nessa jornada.

Parto

O parto de mulheres portadoras de HIV pode ser vaginal ou cesárea, dependendo das condições clínicas. Conversar com sua equipe médica e entender todas as opções disponíveis é essencial para fazer escolhas conscientes.

Pós-Parto

Após o nascimento do bebê, é normal sentir uma mistura de emoções. A chegada do novo membro da família traz alegria, mas também pode trazer ansiedade. Busque apoio de familiares, amigos e grupos de apoio, onde você pode compartilhar experiências com outras mães em situações semelhantes.

O vínculo entre você e o bebê é precioso e, com acompanhamento médico adequado, é possível amamentar com segurança. A amamentação é uma experiência única de conexão e nutrição, mas nem sempre é indicada. Converse com sua equipe médica sobre as opções disponíveis.

Conhecimento é Poder: Informe-se!

O HIV é uma condição tratável, e a adesão ao tratamento é fundamental para a saúde da mãe e do bebê. Mantenha-se informada sobre os avanços científicos e os recursos disponíveis para viver uma maternidade saudável.

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Alguns direitos que toda gestante deve conhecer! https://psicocrispersico.com.br/alguns-direitos-que-toda-gestante-deve-conhecer/ https://psicocrispersico.com.br/alguns-direitos-que-toda-gestante-deve-conhecer/#respond Mon, 04 Dec 2023 11:45:04 +0000 https://psicocrispersico.com.br/?p=3081

1) Estabilidade no Emprego

Sabe aquela preocupação de perder o emprego? Relaxa! A estabilidade no emprego é garantida desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto.

2) Consultas pré-natal

Fazer o pré-natal é fundamental para a sua saúde e do bebê. E o melhor: você tem direito a se ausentar do trabalho para essas consultas.

3) Cuidados especiais no ambiente de trabalho

Se você trabalha em um lugar com riscos à sua saúde e do bebê, você tem direito a mudanças no ambiente de trabalho.

4) Parto humanizado

Seu desejo de ter um parto mais humanizado e respeitoso também é um direito! Informe-se sobre as opções disponíveis.

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Violência obstétrica: o que é, tipos e leis https://psicocrispersico.com.br/violencia-obstetrica-o-que-e-tipos-e-leis/ https://psicocrispersico.com.br/violencia-obstetrica-o-que-e-tipos-e-leis/#respond Mon, 04 Dec 2023 11:42:10 +0000 https://psicocrispersico.com.br/?p=3078

A violência obstétrica envolve práticas e condutas que desrespeitam e agridem a mulher durante a gestação, parto, nascimento ou pós-parto.

Tanto atos psicológicos quanto físicos são considerados formas de violência obstétrica.

Um levantamento feito em mais de 30 países pela Organização Mundial da Saúde (OMS), identificou sete tipos de violência obstétrica e maus-tratos que podem acontecer durante o parto, hoje sendo o período de maior índice onde ocorrem essas práticas.

Os 7 tipos de violência obstétrica e maus-tratos

• Abuso físico

• Abuso sexual

• Abuso verbal

• Discriminação com base em idade, etnia, classe social ou condições médicas

• Não cumprimento dos padrões profissionais de cuidado

• Mau relacionamento entre a gestante e a equipe

• Más condições do sistema de saúde

Além disso, há alguns procedimentos que são considerados como violência obstétrica:

• Episiotomia

• Uso da ocitocina sem necessidade

• Manobra de Kristeller

• Lavagem intestinal

• Impedir que a mulher grite, se expresse ou se movimente

• Não oferecer métodos de alívio da dor

• Proibir o acompanhante

Pela lei do vínculo à maternidade, a gestante tem o direito de saber, desde o ato da sua inscrição no programa de assistência pré-natal, em qual maternidade realizará o parto e será atendida nos casos de intercorrência. (Lei do vínculo à maternidade – lei nº 11.634/2007.

A lei do direito ao acompanhante, em vigor desde 2005, diz que a gestante tem o direito de ser acompanhada por uma pessoa de sua escolha durante sua permanência no estabelecimento de saúde. (Lei do direito ao acompanhante – lei nº 11.108/2005

O plano de parto é uma alternativa para evitar a violência obstétrica.

Ele serve como um guia personalizado para o grande que coloca você no centro das decisões. Nele você indica quais procedimentos e intervenções você aceita e quais preferem evitar.

Claro que o plano não será necessariamente seguido à risca, já que as intercorrências acontecem sem aviso prévio. No entanto, é importante que tudo seja comunicado com clareza para você durante o parto.

Como denunciar:

• No próprio hospital

• Na secretaria responsável (municipal, estadual ou distrital)

• Nos conselhos de classe (CRM quando médico, COREN quando do enfermeiro ou técnico de enfermagem)

• Ligando no 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou 136 (Disque Saúde)

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O que sua saúde mental precisa em cada fase da gestação https://psicocrispersico.com.br/o-que-sua-saude-mental-precisa-em-cada-fase-da-gestacao/ https://psicocrispersico.com.br/o-que-sua-saude-mental-precisa-em-cada-fase-da-gestacao/#respond Mon, 04 Dec 2023 11:30:44 +0000 https://psicocrispersico.com.br/?p=3075

1º Trimestre

Nessa fase inicial, a mamãe pode sentir uma mistura de emoções: empolgação, medo e ansiedade. Os sintomas como prazer, cansaço e alterações hormonais podem ser intensos.

O que você pode fazer:

– Descanso: tire sonecas sempre que possível e ouça o seu corpo

– Alimentação saudável: invista em uma dieta equilibrada para nutrir seu corpo e o bebê.

– Autocuidado: tire um tempinho para fazer algo que te relaxe e te deixe feliz.

2º Trimestre

Nessa fase, o enjoo costuma diminuir e a mamãe pode sentir mais energia. A conexão com o bebê se fortalece

O que você pode fazer:

– Criatividade: faça um álbum de fotos da gestação ou escreva uma carta para o bebê.

– Práticas relaxantes: experimente meditação ou yoga para acalmar a mente e o corpo.

– Compartilhe: converse com outras gestantes e compartilhe suas experiências.

3º Trimestre

Nessa fase final, o cansaço pode retornar e a ansiedade pelo parto e a chegada do bebê podem aumentar.

O que você pode fazer:

– Conhecimento: leia sobre parto, amamentação e cuidados com o recém-nascido.

– Exercícios leves: caminhadas e alongamentos podem aliviar o desconforto físico.

– Lista de afazeres: faça uma lista do que precisa ser organizada antes do nascimento.

Independentemente do trimestre, a saúde mental é essencial em toda a gestação. Cada gestação é única, e não existe um padrão de como você deve se sentir.

Acompanhe suas emoções, aceite suas mudanças e lembre-se de que você está fazendo o seu melhor.

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Solidão na maternidade – durante a gravidez e no pós-parto https://psicocrispersico.com.br/solidao-na-maternidade-durante-a-gravidez-e-no-pos-parto/ https://psicocrispersico.com.br/solidao-na-maternidade-durante-a-gravidez-e-no-pos-parto/#respond Mon, 04 Dec 2023 11:29:02 +0000 https://psicocrispersico.com.br/?p=3072

Durante a gravidez, é possível se sentir cercada de pessoas, compartilhando alegrias, expectativas e palpites sobre o bebê que está a caminho.

No entanto, mesmo com toda essa presença, algumas mulheres podem vivenciar um sentimento de solidão, como se ninguém realmente entendesse o que estão passando.

Após o nascimento do bebê, a dinâmica muda. As pessoas que estavam presentes antes podem se distanciar, e a mãe pode se ver em momentos de solidão.

As demandas do cuidado do bebê podem ser intensas, as noites mal dormidas podem parecer intermináveis ​​e a sensação de isolamento pode se tornar mais evidente.

Vejo muitas mulheres que se perguntam se são as únicas a sentir-se dessa forma.

Mas a verdade é que muitas mães enfrentam essa jornada solitária, cada uma com suas experiências únicas.

Por isso compartilhar experiências, buscar grupos de apoio e participar de encontros com outras mães podem ser formas valiosas de encontrar suporte emocional.

A maternidade é um aprendizado gradual e único. Precisamos acolher e apoiar nossas amigas mães, respeitando suas individualidades e sonhos.

Ser mãe não deve ser vista como um impedimento, mas como uma parte complementar da mulher que ela sempre foi. Vamos julgar menos e dar espaço para que elas sejam plenamente quem são.

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Transtornos Mentais mais comuns na perinatalidade https://psicocrispersico.com.br/transtornos-mentais-mais-comuns-na-perinatalidade/ https://psicocrispersico.com.br/transtornos-mentais-mais-comuns-na-perinatalidade/#respond Mon, 04 Dec 2023 11:27:42 +0000 https://psicocrispersico.com.br/?p=3069

  1. Depressão

A depressão afeta cerca de 15 a 20% das mulheres durante a gravidez e no pós-parto. Caracterizada por sentimentos persistentes de tristeza, falta de interesse, cansaço, alterações no apetite e no sono, essa condição requer atenção especial.

2. Ansiedade

Os transtornos de ansiedade, cerca de 16% das mulheres são afetadas. Podem incluir ansiedade generalizada, transtorno do pânico e transtorno obsessivo-compulsivo.

3.TEPT

O Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) afeta aproximadamente 4% das mulheres após uma experiência traumática durante a gravidez ou no parto. Os sintomas podem incluir flashbacks, pesadelos, fuga e esquiva de situações relacionadas ao trauma e hiperexcitação.

Cada mulher é única, e o tratamento dos transtornos na perinatalidade deve ser personalizado.

Uma combinação de terapia cognitivo-comportamental mais medicamentos seguros durante a gravidez e pós-parto, é o tratamento padrão-ouro para essas demandas.

Além do suporte profissional, o autocuidado desempenha um papel fundamental na saúde mental.

Praticar técnicas de alongamento, estabelecer uma rotina equilibrada, buscar apoio social e reservar momentos para si mesmos são medidas importantes para promover o bem-estar emocional.

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